terça-feira, 15 de agosto de 2017

De olho! Festival de Arte de São Cristóvão e politica cultural da cidade.

Com a postagem abaixo, iniciaremos um espaço permanente de publicação e memória sobre os preparativos e a realização do Festival de Arte de São Cristóvão, que retorna depois de 12 anos, assim como outros aspectos relevantes da politica cultural da 4ª cidade mais antiga do Brasil e primeira capital de Sergipe.

Da mesma maneira pretendemos fazer com o Forrocaju, assim como outros aspectos relevantes da politica cultural de Aracaju  e com o Forro Siri e outros aspectos relevantes da politica cultural do municipio de Nossa Senhora de Socorro. 

Com isso,  pretendemos criar um espaço cultural virtual que sirva como uma espécie de repositório de informação, para todos àqueles interessados no debate sobre politicas culturais em Sergipe e além fronteiras. Toda indicação de outras fontes será sempre bem vinda.
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Excelente iniciativa!
Se houver uma discussão mais ampla com representação da sociedade, artistas e gestão, o processo de participação popular é iniciado pela raiz, desde já. Isso não é necessário para fazer um bom evento, como bons festivais de verão, forrocaju e encontro cultural que foram e/ou que são realizados. Todavia, colabora para fortalecer um projeto sustentável de cultura na cidade, pensando no médio e no longo prazo.
 A respeito da postagem abaixo na página do dep. João Daniel no facebook.

LEIA TAMBÉM:

terça-feira, 16 de abril de 2013

No município de São Cristóvão a tradição folclórica que atrai turistas pode acabar e dar lugar somente a lembranças 

 sábado, 13 de maio de 2017


O FASC está voltando! Que comece com uma audiência pública para a cidade poder dizer como quer. 

 

1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
TÍTULO: SEMINÁRIO REPENSANDO O FASC – AGORA COM A PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE –– (REFASC) - EDIÇÃO 2012

  O projeto abaixo foi elaborado pela comissão pró retomada do Festival de Arte de São Cristóvão, mas por diversas razões não foi aplicado. Já foi enviado  para o secretário da cultura do municipio de São Cristóvão, Sr. Everaldo Fontes e foi citado, em conversa recente com o prefeito da cidade, Sr. Marcos Santana, juntamente com a senhora Martha Soraya da comitê gestor da Praça São Francisco e do diretor do documentário "A fina malha do tempo", realizado com base em depoimentos de pessoas que participaram do festival e de ativistas ligados a comissão profasc.

2. HISTÓRICO DA PESSOA JURÍDICA
 A Ação Cultural foi fundada em 13 de agosto de 2004. É composta por artistas e produtores culturais emergentes, além de educadores e lideranças de comunidade envolvidas com atividades culturais na periferia de Aracaju e municípios adjacentes. Obteve  o titulo de utilidade pública estadual conferido pela Assembléia Legislativa do Estado da Sergipe (Lei 6.588 de 15 de abril de 2009).
A criação da entidade inicialmente reuniu, agentes culturais vitoriosos numa  mobilização pela aprovação da Lei 3.173 de 10 de Março de 2004 que cria o Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) pela Câmara Municipal de Aracaju.
A entidade tem como missão e fim institucional apoiar e realizar iniciativas voltadas para o desenvolvimento social, artístico e cultural das comunidades.
Os trabalhos desenvolvidos pela Ação Cultural tem como objetivo empoderar agentes e grupos culturais,  realizando de forma compartilhada reuniões, pesquisas de diagnóstico, oficinas de elaboração de projetos, produção de artigos e/ou releases,  organização de portfólios, fóruns de debates, oficinas e mostras artísticas.
PRINCIPAIS ATIVIDADES
Realização do I e II Fóruns Comunitários de Politicas Públicas e criação da Rede de Agentes Culturais do Conjunto Jardim. – (2001 a 2003)
A iniciativa foi inicialmente patrocinada pela Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE). Reuniu entre 10 e 40 pessoas, sendo 90% formado por adolescentes e jovens.
Projeto Estatuto da Crianças e do Adolescente com Arte (Ecarte).  (2001 e 2006)
A iniciativa foi inicialmente patrocinada pela Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e apoiada pela Igreja Católica e Colégio Estadual Leão Magno. O local de abrangência é o conjunto Jardim, bairro localizado no município de Socorro, periferia da região metropolitana de Aracaju.
O projeto Juventude, Cultura e Cidadania, selecionado na edição 2010/2011 do edital do programa Cultura Viva (Pontos de Cultura) toma o projeto Ecarte como base de experiência.
Mobilização e aprovação da Lei Lei 3.173 de 10 de Março de 2004 que cria o Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (Câmara de Vereadores de Aracaju) – (2003 a 2004)
Fóruns Populares de Cultura – (2005 a 2007)  -
A edição 2006 contou com o patrocínio da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e a edição 2007 foi escolhida no edital de seleção pública do prêmio BNB de Cultura.
Nas três edições participaram uma média de 70 pessoas, com 70% delas formadas por jovens e adolescentes.
Encontro trimestral de Danças Circulares, Oficinas semestrais e Bailes anuais.  (2001 até os dias de hoje) – Iniciativa que utiliza recursos próprios e que é realizada em parceria com a comunidade bom pastor. A área geográfica de abrangência é Aracaju, reunindo uma média de 10 a 50 pessoas, com predominância de adultos
O Consórcio Cultural – 2007 a 2009 - Iniciativa realizada em parceria com o Complexo Cultural “O Gonzagão”, localizado no conjunto Augusto Franco, zonal sul de Aracaju. A proposta foi focada na formação e articulação de agentes culturais. Reuniu uma média de 20 pessoas, com predominância de adultos e jovens.
Comissão Pró-Retomada do Festival de Arte de São Cristóvão (PRÓ-FASC) -  2011  Iniciativa de um grupo de agentes culturais juvenis de São Cristóvão e que conta com a contribuição da experiência da Ação Cultural em articulação e mobilização pró-cultura. A comissão tem como objetivo organizar cidadãos residentes em São Cristóvão  e municípios limítrofes em torno da bandeira de retorno do Festival de Arte.            
Jornada Ecologia e Espiritualidade – (2011) Iniciativa que busca articular e contribuir no processo de formação politico pedagógica de uma rede de ativistas e educadores ambientais que considerem de forma integrada, a arte, a cultura, a ciência, a educação popular e o conhecimento bíblico como bases metodológicas e éticas para a compreensão e comprometimento com as causas ambientais nos tempos atuais. É uma ação realizada em parceria com a Paróquia São Pio X
Para obter detalhes mais completos das iniciativas culturais empreendidas e/ou apoiadas pela Ação Cultural, recomendamos acessar o endereço http://acaoculturalse.blogspot.com

3. OBJETIVOS DO PROJETO
3.1 OBJETIVO GERAL
             Realizar o Seminário Repensando o FASC, com foco na discussão da democratização cultural e gestão/produção de festivais de arte, voltado para o fortalecimento do processo de articulação/formação dos agentes culturais e sociais da comunidade engajados na campanha de retomada do festival de arte de São Cristóvão.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Aprimorar habilidades/competências de 80 agentes locais no campo do planejamento e produção cultural, enquanto incentivadores, socializadores e mobilizadores das potencialidades culturais da comunidade local.
Produzir a carta Repensando e construindo o Novo FASC contendo sugestões visando tornar  o FASC espaço e oportunidade de  fomento ao empreendedorismo e o protagonismo dos agentes culturais  da cidade; Fortalecimento da  economia local; Preenchimento do tempo livro da juventude; Melhoria da auto-estima dos moradores da cidade.
Ampliar em 50% o numero de agentes culturais de São Cristóvão participando da comissão mobilizadora do movimento PRÓ-FASC, atualmente composta por 5 pessoas.
 No prazo máximo de um ano, realizar o 2º seminário REFASC – EDIÇÃO 2013, dando continuidade ao processo local  de reflexão e participação ativa no processo de retomada e continuidade do FASC e de criação de novas iniciativas culturais.
Criar ambiente favorável a geração de novas idéias/propostas/iniciativas para intercâmbio, mobilização de recursos e realização conjunta de pessoas e grupos participantes do REFASC 2012.
4. JUSTIFICATIVA DO PROJETO
O projeto Repensando o FASC – REFASC 2012 é uma iniciativa que parte de agentes culturais locais visando consolidar um processo de mobilizações/realizações culturais na cidade de  São Cristóvão que integre formação, produção e circulação/difusão cultural, com vista a dinamizar a cultura e a economia local.
O ponto de partida é o fato desses agentes locais se sentirem  incomodados com a pouca quantidade de iniciativas culturais na cidade, a despeito da importância histórica e cultural da cidade para o Estado de Sergipe, 4ª cidade mais antiga do Brasil (IDH 0.700-PNUD:2000), patrimônio histórico nacional e patrimônio mundial da humanidade, titulo conquistado em 2010 com a Praça São Francisco e sede de um dos festivais de arte mais importante nas décadas de 70 e 80 do século XX.
O Festival de Arte de São Cristóvão ou FASC, como também ficou conhecido,  teve a sua primeira edição realizada no ano de 1972. O Festival prosseguiu até 1993, quando foi encerrado por decisão da Universidade Federal de Sergipe, instituição que idealizou e foi a responsável pela organização do evento até aquele ano. Em 1996 e 2006, por exemplo, a prefeitura de São Cristóvão tomou a iniciativa de realizá-lo, sem contudo assegurar a sua continuidade.
Diante desse fato, foi criado em março de 2011 o movimento pró-retomada do Festival de Arte de São Cristóvão, o qual realizou uma série de atividades, como produção e lançamento de um manifesto, criação e manutenção de um blog, coleta de assinaturas junto a população em defesa da campanha PRÓ-FASC, audiências com diversos atores institucionais, cortejo cultural para mobilizar os moradores da cidade em defesa da campanha PRÓ-FASC etc.. Vale ressaltar a adesão e a repercussão bastante positiva que essa iniciativa teve no seio dos setores ligados a cultura, a educação e a comunicação , tanto em São Cristóvão, como nos municipios limítrofes.
Como uma das atividades prioritárias para o ano de 2012 e posteriores, foi aprovado  a formatação de uma proposta de seminário e de uma mostra artístico-cultural, prévia do Festival de Arte de São Cristóvão.
Dessa maneira, através da realização desse seminário, que tem como diferencial a participação da comunidade, bem como futuras ações de formação, articulação e intercâmbio artístico-cultural, esperamos estar dando um passo importante para que no curto prazo, seja constituído uma espécie de comitê gestor com a finalidade de elaborar e gerenciar o  projeto do Festival de Arte de São Cristóvão e de outras iniciativas culturais, para  no longo prazo tornar a cidade de São Cristóvão como uma referência nacional em ações culturais que tenham como base os conceitos de  parceria, participação comunitária, empreendedorismo cultural, acesso a diversidade cultural, formação cultural e fortalecimento das identidades.
E para contribuir no alcance desses objetivos,  foi elaborado esse projeto,  ancorado  em bases históricas e culturais consistentes (1)  e na disposição de um grupo de pessoas voltadas para obter capacitação cultural e formar parcerias afim de desenvolver iniciativas culturais sustentáveis.
“São Cristóvão, além de cidade histórica, possui uma diversidade cultural que lhe vale como cidade referência quando se trata especialmente de manifestações culturais populares. A beleza natural e arquitetônica, com base em uma estrutura colonial, sua igrejas, casarios e festividades, demonstram o potencial de desenvolvimento econômico por meio da cultura e do turismo deste patrimônio da humanidade. Segundo os dados da Empresa Sergipana de Turismo – EMSETUR, São Cristóvão, com 11,3%, é a segunda cidade mais visitada do estado, estando a frente de destinos consolidados como Estância, Laranjeiras e Pirambu.”
(fonte SECULT: 2010)
5.            PROGRAMAÇÃO: O seminário será realizado em três momentos – O primeiro momento será no dia (*)31 de agosto (sexta-feira) das 19h30 ás 22h, a partir da realização de uma roda de conversa contando com a participação de quatro mestres e um  poeta popular de São Cristóvão que participaram ativamente dos antigos festivais e que disporão de 10 minutos para discorrer sobre o tema: “Como o FASC influenciou a vida dos moradores de São Cristóvão” tomando como ponto de partida a sua própria experiência  de vida. Em seguida será realizado o debate. O segundo momento acontecerá na manhã do dia 01 de setembro(**) com a realização de uma mesa redonda com a participação de 03 pesquisadores acadêmicos que elaboraram estudos e pesquisas sobre o FASC. Cada convidado disporá de 20 minutos para discorrer sobre o tema “Quais lições ou aprendizados o novo FASC pode obter com a experiência de realização dos antigos FASCs?”. Esta exposição deverá abordar a questão perspectiva de fomento ao empreendedorismo e  protagonismo dos agentes culturais  da cidade,  fortalecimento da economia local, preenchimento do tempo livro da juventude e melhoria da auto-estima dos moradores da cidade. O terceiro momento, ocorrerá na tarde do dia 01 de setembro, quando será realizada uma apresentação sobre a experiência de realização do festival de jazz e blues de Guaramiranga, sob a responsabilidade de Raquel Gadelha, integrante da equipe de produção do Festival de Jazz de Guaramiranga, apresentado em um case de sucesso no seminário de gestão cultural promovido pelo Itaú Cultural em parceria com a Secult-SE.
TIPO  DE EVENTO: Seminário com palestras e  debates.
QUANTIDADE: 01
PÚBLICO-ALVO: 80 pessoas
CIDADE(S)-ALVO(S):
São Cristóvão,  Aracaju e demais município de Sergipe.
UF(S)-ALVO(S):
Sergipe
9. ESTIMATIVA DE PÚBLICO-ALVO
ÁREA URBANA: 60
ÁREA RURAL:20
PÚBLICO TOTAL (ÁREA URBANA + ÁREA RURAL): 80 pessoas
TIPO DE PÚBLICO:
Artistas, mestres e brincantes, gestores públicos, produtores culturais, micro e pequeno empresários fornecedores de bens e serviços ligados a eventos culturais, integrantes de ONGs, professores e estudantes de nível básico, médio e universitários, blogueiros, jornalistas, profissionais liberais e técnicos dos setores público e privado, donas de casa, trabalhadores em geral, aposentados, moradores de outros municípios limitrofes
10. ORÇAMENTO
DESCRIÇÃO        VALOR
Produtor Executivo .....................................................

Assistente de Produção ...............................................

Assessoria de Imprensa ...............................................

Palestrantes acadêmicos (R$620,00X4 palestrantes) .............

Palestrantes da cultura popular (R$310,00X 4 palestrantes) ....

Locação de auditório (Museu Histórico de Sergipe).................

Locação de taxi para transporte intra e intermunicipal .............

Hospedagem (2 diárias) com café da manhã e sem alimentação em  hotel 3 estrelas, quarto individual, no centro.......................

Passagens aéreas (Fortaleza/Aracaju/Fortaleza) .....................

Alimentação dos palestrantes e equipe de produção para os dias 31 de agosto e 01 de setembro ........................................

Sonorização .............................................................................

Projeto Gráfico .........................................................................

300 cartazes (A3, cor, couchê, 180g) ......................................

1000 folders (papel A4, preto e branco 120g) .........................

01 Banner (1.80X0.90, cor lona externa) ................................

Aluguel de carro de som .........................................................

80 certificados de participação no seminário (oficio,cor,180g)..

As seguintes despesas abaixo serão cobertas com parcerias.
Locação de Telão (Ponto de Cultura/Ação Cultural)
Cobertura fotográfica (Ponto de Cultura/Ação Cultural)
Cobertura videográfica com edição (Ponto de Cultura/Ação Cultural)
Locação de auditório (Museu Histórico de Sergipe)



domingo, 24 de janeiro de 2016

Como a arte e a cultura no Brasil pode dar certo, ou errado?


José Celso Martinez Corrêa, um xamã teatral contra a queda do céu

Enfrentando perdas de patrocínio e a ‘desvalorização do teatro’, diretor reflete sobre a crise da era atual. Leia AQUI


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Como a arte e cultura no Estado de Sergipe pode dar certo, ou errado.

  Raimundo Venâncio
O TEATRO SERGIPANO E SEUS INTRUJÕES
22 de janeiro de 2016
Está chegando o espetacular Festival de Artes Cênicas de Sergipe! Pode até não parecer  mas ele provoca grandes inquietações em alguns teatreiros, sim! Nesse momento o representativo Sindicato dos Artistas - que tem como grande ação política postar no facebook as carteirinhas dos novos associados -, já se arvorou em publicar que já está pronto para arrecadar as míseras taxas de autorização para quem não tem DRT, mas não quer ficar fora da festa, ops, do festival, e os espetáculos tipo “miojo” que só aparecem nessa época, pipocarão até o último dia de inscrição, com o único intuito de assegurar as migalhas que o Estado reservou a eles! Pobre Teatro Sergipano sem política cultural! Vai ver que é por isso que a gente não passa do rio Real.
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Zezito de Oliveira - É lamentável, mas é uma situação crônica. Não há espirito de coletividade e a combatividade de muitos artistas se limita a um contentamento com o pouco que lhes é oferecido, não trata-se de negar ou jogar fora, até porque este pouco é fruto de muitas lutas, mas ficamos resignados e por causa disso, até o pouco pode passar a ser menos. Eleições se aproximando e não temos reuniões para discutir a politica cultural que queremos. Vereadores que foram eleitos levantando bandeiras pró cultura e com atuações pifias neste campo. Falta de nomes oriundos do meio cultural ou que dialoguem com o segmento para investirmos alguma coisa para as eleições 2016, alguma coisa, pode ser o nosso voto, o pedido para outras pessoas fazerem o mesmo e colaboração em idéias, material ou financeira na campanha. Precisamos de uma nova consciência e novas atitudes. A comemorar, a realização do ZONS , lamentavelmente não pude ir, mas com repercussões positivas. Porém, percebi a falta de um debate sobre o atual e futuro estado das politicas culturais em nosso municipio e em nosso estado. Ha que comemorar outros empreendimentos como o de vocês, Bill Holliday a canção. Ha que comemorar as iniciativas que realizamos através da AÇÃO Cultural, há muitas outras iniciativas a serem comemoradas, mas tem horas que é preciso acumularmos e unirmos forças para investirmos coletivamente no espaço da macro politica e da macro economia e aí não temos fôlego. Somos como corredores que só chegam aos 100 metros, dos mil,e olhe lá ou como você diz nem passa do Rio Real. Não é hora de pararmos para refletir, o quanto deixamos de fazer para merecermos algo melhor?
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E quando vamos ver, nos deparamos com empresários do ramo da comunicação e do entretenimento de braços dados com poderes do estado, legislativo e judiciário, obtendo um boa bolada de recursos, diretos ou indiretos, para favorecer seus negócios. Vá lá que os recursos públicos também podem ser investidos nos diversos modelos da produção cultural, considerando os resultados em termos de geração de empregos e de impostos, porém não da maneira como vemos, com uma quantidade exorbitante de recursos para uns e algumas migalhas para outros. E nem venham com a desculpa de que somente gera empregos e retorno em tributos e impostos, apenas determinados tipos de padrões de eventos. É incrivel como não compreendemos ou não queremos, falo no caso dos gestores públicos, como determinados nichos culturais são capazes de gerar renda para as pessoas em geral e os artistas, além das empresas e o setor público. Um exemplo: Festivais de música instrumental, eventos culturais direcionados ao público LGBT, eventos direcionados ao adeptos do modo de vida alternativo, festivais de cinema, festival de arte, como São Cristóvão. O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) encontra-se de vento em popa e o FASC, uma de suas fontes de inspiração,ficou na lembrança, na saudade. Na maioria dos exemplos que citei acima, cabe o teatro e as outras linguagens. Porém se nos contentamos com pouco, como os poderes públicos se sentirão provocados ou convocados a fazerem mais e melhor 
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 Nino Karvan -
Pelo amor de Deus!!!!! Essa coisa de competição é ridícula!!!!!!! O Banese deveria incentivar toda uma cena cultural rica e diversificada que, a cada dia cresce mais. Mas, ao contrário, prefere o pão e circo. Vão escolher o mais "votado" e bancar uma única produção para depois sair de bom e tentar calar o clamor antigo pelo apoio do Banco aos nossos projetos? Vergonhoso!!!!!! NÃO MARQUEM NINGUÉM!!!!!!!!! NÃO ENTREM NESSA JOGADA RIDÍCULA DE QUEM ENTRA COM GRANA PESADA NOS EVENTOS PRIVADOS COMO O TAL "FEST VERÃO" E DEPOIS VEM COM MIGALHAS PARA QUEM FAZ REALMENTE A NOSSA CULTURA FLORESCER!!!!!


E ser artista no nosso convívio...
Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
A boca fala aquilo do que o coração está cheio. Artistas sergipanos e personalidades diversas foram induzidos a testemunhar contra qualquer espécie de crítica ao governo de plantão. E vão ter de responder perante o próprio público, ou coisa que o valha, por tão evidente mancada.
A campanha publicitária ‘Eu Sergipe – Gente que faz a diferença’ não assume o propósito político de maneira explícita. Investe no subliminar, travestida de esforço colaborativo. Sem querer, no entanto, acabou levantando questões urgentes a respeito da linguagem audiovisual enquanto estratégia de afirmação de um discurso e, ainda mais delicado, o papel de figuras públicas na legitimação de verdades fabricadas.
A campanha faz bonito com o chapéu dos outros. Tratamos de uma série de vídeos inspirados em experiências locais bem sucedidas de militância, ativismo, exercício artístico e empreendedorismo, difundida via redes sociais. Pegou mal para quem botou a cara no sol. Ficou mais feio ainda para os responsáveis pela campanha, ainda no escuro, que não informaram os personagens convidados para fazer papel de besta sobre as fontes de financiamento da empreitada.
“Jamais haverá crise para quem acredita que dá para fazer algo”. Eis a síntese da matéria. Isenta o poder público de construir alternativas para o arrocho econômico que nega direitos líquidos e certos aos trabalhadores, ao passo em que transfere a responsabilidade para as costas dos outros. Como nossos artistas se prestaram a discurso tão infeliz? Ingenuidade ou casuísmo? Cada um responda por si mesmo.
O link da palhaçada: https://www.facebook.com/eusergipe/?fref=ts
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Zezito de Oliveira - Por coincidência, hoje estive comentando em um post do espetáculo “Billy Holiday, a canção” a quem dei a minha primeira contribuição de financiamento colaborativo, e o que disse pode ser reafirmado por aqui. Acredito nas várias possibilidades de financiamento. Via fundos públicos de cultura, isenção fiscal, e não apenas de pessoa jurídica como afirmei no primeiro comentário abaixo, no patrocínio sem retorno em isenção fiscal, o que é raro no Brasil e no financiamento colaborativo. Agora, não é correto, os governos se eximirem da responsabilidade. Como afirmo abaixo, ao menos, os governantes de plantão do estado e do município poderiam elaborar estratégias para incentivar a doação de pessoas física e jurídica via Lei Rouanet, fora a secular obrigação não cumprida em destinar verbas para um fundo de cultura na legislação estadual e municipal e criar ou retomar leis de incentivo a cultura com isenção fiscal. Quanto ao modelo de financiamento colaborativo pode deixar por nossa conta.
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“É a primeira vez que faço adesão a uma campanha de financiamento colaborativo, depois de uma ou duas previsões não realizadas. Uma delas, ainda acredito que poderei contribuir em termos de pós produção. Acho legal esse formato, também acho que é necessário todos os outros. Inclusive por um incentivo a adesão de pessoas fisicas a doarem pela Lei Rouanet. Uma tarefa para o Minc, Secult Sergipe e Funcaju , buscar maneiras de convencer os potenciais doadores e contadores, além de criar instrumentos, semelhante ao Klicante e outras plataformas de financiamento colaborativo, para facilitar o contato do doador com os projetos aprovados pela lei Rouanet .”
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SandyAlê

Sobre o Eu Sergipe

Fui convidada para fazer parte da campanha “Eu Sergipe”, um movimento colaborativo, que acredita na força da cultura de Sergipe e incentiva a união do seu povo para buscar sempre ações transformadoras, valorizando histórias inspiradoras de pessoas que fazem a diferença em nosso estado. Participei da campanha voluntariamente por me identificar e acreditar na importância de empoderar o cidadão como agente transformador de sua realidade. Como artista independente sempre valorizei a minha identidade sergipana, consciente de que sou parte de uma cena cultural que só se fortalece com união.

Infelizmente essa iniciativa, que me foi apresentada como autônoma, tem seu discurso desvirtuado ao se vincular a uma instituição governamental, perdendo para mim o sentido de sustentar o discurso original, pois o governo não pode se apropriar desse discurso para se eximir de seu papel enquanto Poder Público.

Por esses motivos solicitei aos responsáveis a retirada da minha imagem da campanha.
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Nino Karvan

Já estão rolando os comerciais do tal do "Fest Verão 2016". Pra variar, dinheiro público de Sergipe em uma festa privada. O Banese é um dos patrocinadores do evento. Quem dera que essa verba que o banco gasta numa festa como essas fosse investida no Instituto BANESE, e o Museu da Gente Sergipana. Daria para fazer eventos semanais com cachês legais para muitas bandas locais!!!! Uma vergonha esse tipo de patrimonialismo perpetuado pela família augustos, com a conivência do governador Jackson Barreto, o gestor de plantão!!! Não sai grana do Banco do Estado sem o aval do governo. Uma vergonha!!!!!!!!!!!!

 Zezito de Oliveira - Uma pena! Seja na capital ou no interior uma série de eventos com artistas e bandas de qualidade duvidosa, com financiamento público. Ficando as iniciativas culturais relevantes com recursos pifios ou parcos, inclusive as que podem colaborar para melhorar a qualidade da educação, agregar qualidade de vida no campo da saúde e reduzir os indices de violência, .
Triste Sergipe, Triste Bahia, Triste Brasil...

Triste Bahia - Gregório de Matos


Triste Bahia! Ó quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado!
Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mi abundante.

A ti trocou-te a máquina mercante,
Que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando, e tem trocado,
Tanto negócio e tanto negociante.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

blog da AÇÃO CULTURAL: É carnaval cidade!!

blog da AÇÃO CULTURAL: É carnaval cidade!!: O Carnaval da Libertação na perspectiva de um monge 09/02/2015 MARCELO BARROS é um monge beneditino que une mística e pol...

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Ajuda para aluno ir ao Rio de Janeiro receber homenagem...

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Precisamos da colaboração dos amig@s para apoiar o deslocamento de dois alunos para o Rio de Janeiro, integrantes da equipe de produção do filme "Flores do Jardim", com a finalidade de apresentá-lo no PROGRAMA VÍDEO FÓRUM, da Mostra Geração/Festival do Rio 2014, para o qual foi selecionado. O referido filme será exibido na terça-feira, dia 30/09, a partir das 8h. É muito importante que representantes do grupo produtor esteja presente no dia de exibição para apresentar e falar aos demais participantes sobre o projeto do qual participa e do processo de produção do filme. Uma oportunidade ímpar de trocar ideias e perceber como o seu trabalho é recebido por um público diferente.
O link do filme no youtube... https://www.youtube.com/watch?v=N7pzXVPRZ0A
Para contribuir, clique AQUI